A coluna Fábia Oliveira descobriu que, mesmo foragido, o goleiro Bruno Fernandes tem mantido um diálogo direto com o Poder Judiciário. O contato, no entanto, ocorre no seio de outra ação judicial, em que o futebolista aparece como autor, e não réu. O ex-Flamengo processou a Meta, empresa dona do Facebook, e tentou “fugir” de uma audiência do caso.
Entenda
Em 30 de março, Bruno processou o Facebook. Na ação, ele afirmou que seu perfil profissional no Instagram foi alvo de falhas de funcionamento, induzindo terceiros a acreditarem que a conta havia sido excluída ou desativada, ocorrendo clara restrição de visibilidade.
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O goleiro disse que o perfil segue ativo, mas que “desapareceu” para o público brasileiro. Ele explicou que a restrição prejudica sua presença digital, reduzindo seu alcance, credibilidade e engajamento.
Pedidos
Bruno Fernandes pediu uma liminar para restabelecer imediatamente o funcionamento regular de sua página, cessando a restrição incidente. O pleito foi negado em 31 de março após o juiz entender que o caso não envolve perigo de dano.
Como pedido principal, Bruno pediu, além da resolução do problema operacional, uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.