Os representantes dos caminhoneiros optaram por adiar qualquer decisão definitiva sobre uma eventual paralisação até que o governo federal publique oficialmente as medidas prometidas para a classe. Segundo a categoria, somente com a formalização dos atos será possível avaliar com precisão se as reivindicações foram contempladas. De qualquer forma, porém, o estado de paralisação está mantido.
– Nós vamos aguardar ser publicado no Diário Oficial para saber de que forma eles vão fazer o travamento eletrônico, se é via MP [medida provisória] ou como vai ser feito. (…) Mas estamos em estado de paralisação – anunciou o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão.
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A expectativa é que, após a divulgação do documento, haja uma nova rodada de reuniões entre as lideranças, quando deverá ser definida a posição final do movimento, incluindo a possibilidade de mobilização em todo o país.
Entre as principais demandas da categoria estão a garantia do cumprimento do piso mínimo do frete e o aumento da fiscalização, pontos que teriam sido assegurados pelo ministro dos Transportes, Renan Filho. Além disso, os caminhoneiros aguardam definições mais claras sobre questões como a política de pedágios e medidas relacionadas ao preço do diesel.