21 de março de 2026

URUAÇU: Acusado de furtar celular, alega que não furtou, foi preso e pagou fiança

Por: Valdir Justino

Publicada em 18 de janeiro de 2024 às 11:29
 Imagem: Foto Reprodução

Um indivíduo que trabalha com reciclagem de objetos em Uruaçu procurou a redação para expressar sua insatisfação e revolta.

De acordo com a sua versão, ele foi acusado de furtar um telefone celular, foi detido e teve que pagar uma fiança de R$ 1.320,00 ao delegado e mais R$ 3.000,00 à advogada.

Assine a newsletter do Diário Popular. É rápido, fácil e gratuito !

Formulário de Inscrição

Ao se inscrever em nossa newsletter você concorda com nossa política de privacidade.

Geislei Nunes da Motta, de 42 anos, solteiro, reside no bairro denominado Parque Paraíso em Uruaçu e trabalha na coleta de resíduos recicláveis há um bom tempo.

A cidade está localizada às margens da BR-153 (Rodovia Belém-Brasília), km 200, a 280 quilômetros de Goiânia (via BR-153 e GO-080) e a 270 quilômetros de Brasília (via BR-080). Sua área é de 2 141,824 km2.

O caso do furto maldito

No dia 02 de janeiro de 2024, por volta das 11h30, o catador de papel descia a Av. Tocantins, no bairro central de Uruaçu, quando deparou-se com uma lata de alumínio que havia caído próxima ao meio-fio da via por onde passava.

Ao se abaixar para pegar o objeto, percebeu um celular caído no asfalto, próximo ao meio fio. Diante da situação, abaixou-se e pegou o celular. Colocou no bolso, olhou para os lados, não viu ninguém por perto e seguiu pela Avenida. Isso ocorreu em frente a uma loja de produtos de calçados e confecções, localizada no coração de Uruaçu.

O autor da queixa disse que ficou ali por alguns minutos para ver se alguém aparecia, mas ninguém apareceu para fazer uma pergunta ou conversar com ele sobre o telefone. Então, ele desceu pela Av. com o Maldito Celular no bolso.

Quando chegou perto de uma lanchonete e restaurante, onde costuma fazer as suas refeições, pegou o seu prato-feito (PF) e sentou-se numa arquibancada frente ao banco do Brasil, para almoçar.

De acordo com a proprietária do aparelho móvel, ela informou à polícia que um indivíduo retirou o aparelho de sua bolsa dentro do estabelecimento comercial.

A narrativa para a polícia, que foi chamada no local do incidente, foi crucial para a prisão do indivíduo.

Após o celular ser rastreado e o acusado ser encontrado e preso, apesar de ter afirmado que havia encontrado o aparelho, a dona do aparelho continuou afirmando que o furtou.

Qual é o motivo pelo qual a polícia não verificou as câmeras de segurança do local?

Ele pediu justiça, quer retração nos meios de comunicação e o ressarcimento do dinheiro pago pelos parentes, pobres e humildes.

O denunciante reside em Uruaçu e não dispõe nem de um quarto para dormir.

Sua família ficou sabendo da situação e juntou todos, cada um dando um pouco de ajuda para tirá-lo da prisão.

Que a justiça seja feita.

A seguir, o vídeo produzido para o programa A HORA DO POVO, da rádio Uruaçu FM.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA:

Facebook
Twitter
LinkedIn

Leia Também: