5 de maio de 2026

Preso na Bahia por estupro de crianças deve chegar a SP nesta terça

Alessandro Martins dos Santos foi preso na Bahia, pelo estupro coletivo de 2 crianças na zona leste de SP. Ele gravou o crime

Por: Valdir Justino

Texto: Enzo Marcus, Marcus Pontes

Publicada em 5 de maio de 2026 às 12:15
 Divulgação/ Polícia Civil

Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, preso na Bahia por envolvimento no estupro coletivo de duas crianças, de sete e 10 anos, deve ser transferido para São Paulo nas próximas horas. Ele foi detido no último sábado (2/5) e as autoridades negociam a transferência desde então.

O suspeito foi preso pela Guarda Municipal de Brejões, no interior da Bahia. Em uma coletiva de imprensa realizada pela Polícia Civil de São Paulo nesse domingo (3/5), as autoridades informaram que equipes iriam para o estado nordestino já na segunda-feira (4/5) para buscar o suspeito.

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O Metrópoles apurou que a negociação acontece com o Tribunal de Justiça da Bahia e que o suspeito deve chegar na capital paulista entre o final da manhã e o início da tarde desta terça.

Alessandro é o único adulto que teria participado do estupro coletivo das crianças. Além dele, outros quatro adolescentes foram apreendidos. De acordo com a polícia, pelo menos quatro dos cinco investigados confessaram o crime.

Próximos passos da investigação
Após a detenção dos cinco envolvidos no estupro coletivo das duas crianças, a polícia agora busca identificar quem foram as pessoas que compartilharam as imagens dos abusos nas redes sociais.

Segundo a investigação, o adulto preso pelo crime filmou o estupro e enviou para conhecidos pelo aplicativo de mensagem WhatsApp. A partir desse envio, as gravações foram divulgadas nas redes sociais. As autoridades afirmaram que aqueles que compartilharam os vídeos também podem ser indiciados e pediu que as pessoas que estão divulgando os vídeos, mesmo que na boa intenção de expor a revolta sobre o crime, parem de expor as crianças.

Além disso, a equipe policial investiga a possibilidade de moradores da comunidade onde as crianças vivem terem feito ameaças, evitando que a família registrasse boletim de ocorrência. Segundo os delegados do caso, algumas pessoas queriam que o assunto fosse “resolvido” dentro do próprio bairro, sem envolvimento da polícia.

Entenda o Caso…

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