25 de junho de 2026

Preso nos EUA, Maduro fala em união após terremotos

Abalos sísmicos atingiram a Venezuela nesta quarta-feira

Por: Valdir Justino

Texto: Agência Brasil

Publicada em 25 de junho de 2026 às 12:21
 Maduro e esposa durante transferência para tribunal em janeiro Foto: EFE/EPA/Stringer

Detido nos Estados Unidos, o ex-ditador da Venezuela, Nicolas Maduro, enviou uma mensagem ao seu país após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2, registrados nesta quarta-feira (25). Nas redes sociais, Maduro manifestou solidariedade aos venezuelanos e pediu união.

– Diante do forte terremoto que atingiu nossa pátria, nossas orações estão com as famílias venezuelanas afetadas. Neste momento difícil, clamamos por unidade nacional, serenidade e amor. Nossos corações estão com toda a Venezuela! – declarou.

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No post, o líder venezuelano pede que ninguém seja deixado para trás e que cada comunidade cuide de suas crianças, de seus idosos, de seus doentes.

– Que todos acompanhemos o trabalho das equipes de resgate. Neste momento difícil, apelamos à unidade nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir. A Venezuela enfrentou grandes provações e também sairemos desta mais fortes, com fé, disciplina e solidariedade – acrescentou.

A Agência Reuters cita, pelo menos, 164 mortos, além de mais de mil feridos e vítimas ainda presas aos escombros das dezenas de prédios e casas que desabaram após o registro do terremoto.

Em janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um ataque em larga escala à Venezuela. A capital Caracas e outras cidades foram atingidas por vias aérea e terrestre.

À época, em manifestação nas redes sociais, Trump afirmou que houve sucesso na ação e que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país.

Maduro permaneceu nos Estados Unidos aguardando julgamento por narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e conspiração.

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