Da picanha aos 29 impostos criados na gestão lula; veja a lista
Em 2023‑2026, 29 tributos e impostos foram criados ou elevados, elevando a carga tributária para 32,4% do PIB e arrecadação a R$ 2,89 trilhões.
29 impostos criados ou aumentados em 3 anos e meio. Em média, um a cada 47 dias.
Reunimos, ano a ano e com base legal, tudo o que o governo Lula mudou nos impostos. Deslize e confira:
2023: 10 aumentos, entre eles a taxação de fundos exclusivos, offshores e apostas, a tributação dos incentivos de ICMS e a volta dos tributos sobre combustíveis.
2024: mais 7, como a “taxa das blusinhas”, a reoneração da folha e o IPI mais alto do cigarro. A carga tributária saltou para 32,22% do PIB e a arrecadação bateu recorde: R$ 2,65 trilhões.
2025: mais 9. IOF maior no cartão, no dólar e no crédito das empresas, IR sobre dividendos, JCP mais caro e mais imposto para fintechs, bets e lucro presumido. Carga tributária recorde de 32,40% do PIB e R$ 2,89 trilhões arrecadados. Só o IOF rendeu R$ 86,4 bilhões.
2026: mais 3. Imposto de importação maior para mais de mil produtos, como celulares, imposto sobre a exportação de petróleo e cigarro mais caro de novo. E, a menos de cinco meses da eleição, o governo zerou a “taxa das blusinhas” que ele mesmo criou.
E vem mais: a reforma tributária cria um IVA estimado em cerca de 28%, que deve ser o maior do mundo, e um imposto novo, o Seletivo, a partir de 2027.
No saldo, o governo arrecada R$ 668 bilhões a mais por ano do que em 2022 e ainda tentou outros 5 aumentos que não passaram. Mesmo assim, teve déficit em todos os anos.
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Fontes: Receita Federal, Tesouro Nacional, Planalto e Senado. Média de janeiro de 2023 a setembro de 2026; a conta inclui 4 tributos cortados em 2022 que voltaram a ser cobrados.
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