5 de junho de 2026

Advogado aciona STF contra rede de “clones” de Lula e Bolsonaro

Várias outras personalidades são citadas, como o papa Leão XIV e Leonardo DiCaprio

Por: Valdir Justino

Texto: Monique Mello

Publicada em 5 de junho de 2026 às 15:30
 Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro Fotos: EFE/Fernando Bizerra

Um advogado apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação pedindo que a Polícia Federal (PF) investigue uma suposta organização internacional envolvida em clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental e substituição de pessoas por clones. Entre os nomes mencionados na petição estão o papa Leão XIV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ator Leonardo DiCaprio.

De acordo com a coluna de Manuela Alcântara, do Metrópoles, o caso foi protocolado na Corte, mas ainda aguarda a definição de um relator.

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Autor da ação, o advogado Kelmo Martins Bandeira afirma que a suposta rede, denominada por ele de “666” e “Babilônia”, seria responsável por manter pessoas em cativeiro, realizar clonagens humanas, promover alterações genéticas e substituir indivíduos por cópias clonadas. No entanto, o documento não apresenta evidências científicas nem provas que sustentem as acusações descritas.

Além das figuras públicas já citadas, a petição faz referência à Igreja Católica, a Hunter Biden – filho do ex-presidente norte-americano Joe Biden — e a familiares de Leonardo DiCaprio.

O advogado também sustenta que artistas, empresários, políticos e celebridades brasileiras estariam entre as supostas vítimas ou afetados pelo alegado esquema. Entre os nomes mencionados estão Claudia Leitte, Wladimir Brichta, Marina Ruy Barbosa, Marcelo Serrado, Samuel Rosa, Neymar, Ronaldo Fenômeno, Hamilton Mourão, Gabigol, Joesley Batista, William Bonner, Fernando Alonso, Miguel Falabella, Wesley Safadão, Solange Almeida, Marília Mendonça, Maiara e Maraisa.

O texto ainda afirma que “a maioria dos artistas baianos”, integrantes do grupo Calcinha Preta e até parte significativa das populações de São Luís e Fortaleza teriam alguma ligação com a suposta organização ou teriam sido impactados por suas ações.

– O projeto GENOMA decodificou o código genético dos humanos. A partir daí iniciou-se uma prática de alteração das características físicas da pessoa, incluindo a possibilidade de alteração de sexo e de qualquer característica física – diz trecho do texto do advogado.

Apesar do protocolo da ação, o sistema de Justiça prevê a rejeição imediata de processos considerados manifestamente “absurdos”, improcedentes ou sem fundamento jurídico mínimo. Em casos de uso indevido do Judiciário, a parte autora ainda pode ser penalizada por litigância de má-fé, ficando sujeita ao pagamento de multas e outras despesas processuais.

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