A Polícia Federal (PF) voltou a admitir a possibilidade de acordo de delação premiada com o banqueiro Daniel Vorcaro (foto em destaque), controlador do Banco Master.
A coluna apurou que, com a mudança na defesa — após a saída do advogado José Luis Oliveira Lima, o Juca —, voltou a ser aberto um caminho para a retomada das negociações com Vorcaro. Agora, o criminalista mineiro Sérgio Leonardo está à frente do caso.
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Como o acordo anterior foi rejeitado, as tratativas terão de ser reiniciadas do zero. O processo volta às etapas iniciais, incluindo a assinatura de novo termo de confidencialidade.
Após as negociações com a PF, Vorcaro deverá apresentar os anexos da delação, que serão analisados pela corporação e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A rejeição
A primeira proposta de delação foi rejeitada no último dia 20 de maio. A PF apontou que a colaboração apresentada continha omissões relevantes e tentativas de preservar figuras influentes de Brasília, supostamente envolvidas nas fraudes financeiras investigadas.
Os anexos entregues pela defesa foram considerados insuficientes e sem utilidade prática para o avanço da delação.