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Esporte

VARgentina: veja indícios de favorecimento na Copa

The New York Times citou 'VARgentina' como um dos assuntos mais controversos da Copa. Mais Goiás reuniu lances polêmicos

Por Alexandre Bittencourt 16 de julho de 2026, 15:05 Última atualização: 16 de julho de 2026, 15:06
VARgentina: veja indícios de favorecimento na Copa
Imagem: Foto Reprodução

Por que ganhou força a teoria de que a Fifa ajudou a Argentina a chegar à final da Copa? Desde o primeiro jogo da albiceleste na competição, contra Argélia, houve lances que colocaram sob suspeita a lisura (ou na melhor das hipóteses, a competência) da arbitragem. No início, eram acusações tratadas como teorias da conspiração de redes sociais. No fim, virou manchete do The New York Times, que passou a usar o termo ‘VARgentina’.

O primeiro lance suspeito talvez tenha sido o mais grave entre todos. O craque Lionel Messi, camisa 10 da Argentina, deu uma solada no zagueiro argelino Mandi e sequer tomou cartão amarelo. É segudo dizer que a eventual expulsão do atacante poderia ter condicionado a trajetória dos ‘hermanos’ no restante da primeira fase e poderia ter alterado o chaveamento da Copa.

Esse foi o lance mais grave, mas não o único. O Mais Goiás fez um trabalho de pesquisa e reuniu todos os indícios e lances que forjaram esse sentimento de desconfiança entre aficcionados por futebol.

[caption id="attachment_26535" align="aligncenter" width="960"] Solada de Messi, camisa 10 da Argentina, no zagueiro da Argélia Mandi (Foto: redes sociais)[/caption]

O jogo em que houve mais polêmicas foi aquele em que se acreditava que a Argentina teria menos dificuldades para vencer: contra Cabo Verde na fase de 16 avos de final.

A Argentina esteve no placar depois de fazer o primeiro e segundo gols, mas sofreu empate dos cabo-verdianos. A vitória veio na prorrogação, por 3 a 2, à custa de desgaste físico.

O momento mais lembrado daquela partida foi quando o árbitro permitiu que Messi cobrasse uma falta na entrada da área enquanto o goleiro Vozinha, um dos personagens desse Mundial, ainda ajustava a barreira. Apesar disso, conseguiu fazer a defesa. Houve também o lance em que o lateral direito Nicolas Tagliafico precisou sair de campo com um sangramento e o juiz parou o jogo por mais de um minuto, até que o argentino voltasse. A regra diz que a partida deveria ter seguido e que o atleta só poderia ter retornado um minuto depois de sair para atendimento.