Marçal aparece em terceiro na disputa presidencial e empata com Lula em eventual segundo turno
Pesquisa Veritá mostra Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados na liderança do primeiro turno; empresário registra 43,6% contra 42,7% do petista em confronto direto.
O empresário Pablo Marçal (PRTB) aparece em terceiro lugar na disputa pela Presidência da República em 2026, segundo pesquisa do instituto Veritá divulgada nesta sexta-feira (21). No cenário de primeiro turno, ele registra 5,2% das intenções de voto, atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39,3%, e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 39,1%.
O resultado é o primeiro levantamento divulgado após Marçal conseguir se candidatar ao cargo. Na sequência aparecem Renan Santos (Missão), com 3,8%; Ronaldo Caiado (PSD), com 3,3%; e o escritor Augusto Cury (Avante), com 2,2%. Zema (Novo) registra 1,3%, enquanto Clariana Barão (DC) tem 0,8%.
Samara Martins (UP) e Hertz Dias (PSTU) somam 0,4% cada. Edmilson Costa (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 0,1% cada. Outros 1,8% afirmam que votariam em branco ou nulo, enquanto 2,4% não sabem ou não responderam.
A pesquisa também testou Marçal em um eventual segundo turno contra Lula. O empresário aparece numericamente à frente, com 43,6% das intenções de voto, contra 42,7% do petista. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, o resultado configura empate técnico.
Entre os demais cenários, Flávio lidera as simulações contra Marçal, Zema, Caiado e Renan. Contra Marçal, o senador registra 44,7%, ante 9%. Na disputa com Zema, soma 46,5%, contra 6,8%. Diante de Caiado, tem 46,5%, contra 8,9%, e contra Renan, 46,4%, ante 8,1%.
No confronto direto entre Flávio e Lula, o senador também aparece à frente. Flávio registra 47,3% das intenções de voto, enquanto o presidente soma 42%. Brancos e nulos representam 6,1%, e 4,6% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
O levantamento ouviu 3.840 eleitores em todo o país entre 16 e 20 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE sob o protocolo BR-04006/2026.